quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O rock and roll surgiu em uma época em que as tensões raciais nos Estados Unidos estavam próximos de vir à tona. Os negros norte-americanos protestavam contra a segregação de escolas e instalações públicas. A doutrina racista "separate but equal" foi nominalmente derrubada pela Suprema Corte em 1954, mas a difícil tarefa de fazer respeitar a decisão estava por vir. Este novo gênero musical combinando elementos das músicas branca e negra inevitavelmente provocou fortes reações.
Depois do "The Moondog Coronation Ball", as gravadoras logo compreenderam que havia mercado formado pelo público branco para a música negra que estava para além das fronteiras estilísticas do rhythm and blues. Mesmo o preconceito considerável e as barreiras raciais não podiam barrar as forças do mercado. O rock and roll tornou-se um sucesso de um dia para outro nos EUA, fazendo ondulações do outro lado do Oceano Atlântico e, talvez, culminando em 1964 com a "Invasão Britânica".Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos mundialmente, que influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Além disso, o rock and roll pode ter ajudado a causa do movimento dos direitos civis, porque tanto os jovens norte-americanos brancos como os negros adoravam o gênero, que ainda derivou muitos estilos musicais: progressivo, punk, heavy metal e alternativo são apenas alguns dos gêneros que surgiram na esteira diante do Rock and Roll.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
História do Rock and Roll
A década de 1950 assistiu ao crescimento da popularidade da guitarra elétrica e o desenvolvimento de um estilo de rock and roll especificamente tocado por expoentes tais como Berry, Link Wray e Scotty Moore. Também viu grandes avanços na tecnologia de gravação, como a gravação multi-faixas desenvolvida por Les Paul e o tratamento eletrônico de sons por produtores musicais inovadores como Joe Meek. Todos estes avanços foram fundamentais para a influência do rock posteriormente.
Rock and Roll no Brasil
O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O Estilo do Rock Brasileiro
Em 1967 surge um estilo de rock brasileiro bem menos alienado, que critica o governo tanto quanto possível. Feitos pelos adeptos do movimento tropicalista: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Nara Leão, Os mutantes e Rogério Duprat.
Bem resumiu Erasmo Carlos: " O tropicalismo era um jovem guarda com consciência das coisas."
O tropicalismo pretendia misturar todo tipo de música, nova ou antiga, brasileira ou estrangeira, sofisticada ou cafona, sem preconceitos. Muitos apontam nessa abertura total o efeito colateral muito criticado "popificar" de vez a MPB, além de ressucitar a cafonice do bolero e do samba-canção.
Outros, contudo, conseguiam fazer rock brasileiro nacionalista no melhor sentido, sem paternalismos ou protecionismos, desde cerca de 1969. Jorge Ben (Jor) uniu o rock ao samba e mantém o melhor de ambos, seguido de perto por Osvaldo Nunes.
Raul Seixas, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Fagner e os Novos Baianos fizeram o mesmo com o rock e os ritmos norte-nordestinos. E nos anos 90 artistas como os Raimundos, Chico Science e Boi Mamão fizeram o caminho inverso, incorporando o baião e o rock hardcore.
A influência do Rock na História do Brasil do século XX
O rock apesar de não parecer, teve bastante importância dos anos 50 até atualmente na história do Brasil. Podemos citar como exemplo a época da ditadura militar, quando o rock da época (Jovem Guarda e outros) usava desse veículo para fazer duras críticas a ditadura, na época o rock esteve intimamente ligado com o samba. Conforme os anos avançavam o rock fazia cada vez mais sucesso, tivemos grandes roqueiros como “Rita Lee”, “Os Mutantes”, “Secos e Molhados”, “Blitz”, “Titãs”, “Legião Urbana”, “Sepultura”, provando que o rock não apenas fez sucesso no Brasil mas tornou-se parte de nosso dia a dia, desde as críticas sociais feitas pelo punk a o pop nas novelas e comerciais de televisão. O Brasil também teve seus grandes “roqueiros”, o rock tornou-se parte de nossa cultura, podemos afirmar que o rock não é só americano, ou então só inglês, mas também ele foi italiano, mexicano, alemão, japonês e também brasileiro, provando assim que o rock é cultura, faz parte de nossa cultura.
* Muito mais sobre o rock poderemos esperar no Festival de Rock da EMARC. Aguardem!
O rock inspira a moda, a moda influência o rock
Muitos artistas já provaram que a música pode fazer uma bela parceria com a moda. Um exemplo é a banda brasileira Cansei de Ser Sexy, que faz mais sucesso lá fora do que aqui. Antes de se tornarem famosos, os integrantes do grupo trabalhavam com moda. Luisa Matsushita, vocalista fashion que adotou o nome Lovefoxxx, era ilustradora antes da fama. Trabalhou no site de Gloria Kalil e fez estampas para as grifes Triton, Amonstro e Depeyre.
A outra vocalista Clara era estilista e continuou usando os conhecimentos da profissão na trajetória da banda. O visual do grupo sempre chamou atenção na mesma proporção das performances dos shows. Lovefoxxx foi escolhida uma das dez pessoas mais cool da música e esteve entre as personalidades da música mais descoladas de 2006, segundo informou a revista inglesa “New Musical Express”. O mesmo veículo a elegeu em 2007 como uma das três personalidades mais legais do mundo. Lovefoxxx, que atualmente acompanha o Cansei de Ser Sexy numa bem-sucedida turnê pela Europa, hoje é vista como uma das mais importantes artistas da cultura jovem global.
Nos anos 70, uma personalidade ilustre do cenário da arte se enveredou – em partes – para o rock. Andy Warhol, o mentor da pop art, também colocou sua paleta de cores na Velvet Underground, banda experimental dos Estados Unidos. Warhol, além de produzir, promover a banda e dar alguns pitacos – colocou na banda a modelo alemã Nico – criou uma das capas mais antológicas do rock. O primeiro disco do Velvet, de 1967, traz uma banana na capa, criação do artista que estampa hoje milhares de camisetas, almofadas e pôsteres em todo o mundo.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O rock no Brasil
Que tal adiantar alguma coisa do Festival de Rock EMARC-TF?
Abs
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
GONZAGA: COMEÇARAM AS OBRAS DO NOVO ESTÁDIO DE FUTEBOL DE TEIXEIRA DE FREITAS
gostei muito das ideias, e do que ja esta sendo feito!